Os 7 pecados das lojas de roupas

Os 7 pecados das lojas de roupas

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Os 7 pecados das lojas de roupas
Os 7 pecados das lojas de roupas

Confira aqui dicas do que não fazer no ramo das lojas de roupas para melhorar a experiência dos clientes!

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Leia aqui os 7 pecados cometidos por lojas de roupas, com explicações detalhadas e dicas de como evitá-los e aumentar seus ganhos.

Seja você consumidor ou lojista, é provável que já tenha passado por maus bocados em lojas de roupas, certo?! A tarefa de abrir uma loja de roupas parece acessível e simples-a velha história do “basta ter bom gosto e dinheiro para bancar” -, mas é uma tarefa árdua que demanda um bom conhecimento de logística, tendências e público-alvo.

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O mercado de roupas é um dos que mais crescem no Brasil nos últimos 6 anos, graças à melhora na distribuição de renda e ao crescimento estrondoso do varejo de rua, dos shopping centers e dos e-commerces especializados.

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Em 2013, o setor contava com 365 mil empresas, 679 mil postos de trabalho e movimentava R$ 9,3 bilhões apenas em salários, sustentados pelos hábitos de consumo das classes B e C; Um estudo divulgado pelo Ibope no mesmo ano revelou que os brasileiros consumiram R$ 129 bilhões em roupas e acessórios somente em 2014. Impressionante, não é?

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No entanto, a alta do mercado de vestuário não significa, necessariamente, uma melhora na qualidade dos produtos ou serviços oferecidos, especialmente neste momento de crise econômica; É tão fácil abrir uma loja de roupas quanto fechá-la. Por isso, fique atento aos 7 pecados capitais das lojas de roupas para oferecer uma boa experiência aos seus clientes, caso seja um lojista, ou saber exatamente onde fará uma boa compra, se for um consumidor esperto!

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1 – A falsa variedade

Um dos grandes desafios de abrir uma loja de roupas é escolher quais tipos de roupas sua loja irá vender, começando por segmentações básicas como o gênero – roupas masculinas ou femininas -, estilo – roupas casuais, esportivas, clássicas, formais, etc -, e faixa etária – infantil, juvenil, adulto, etc.

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Essa escolha é muito importante para que você escolha um nicho específico de mercado e trabalhe apenas com ele; A sua vantagem competitiva dificilmente será suficientemente forte para competir com grandes varejistas, e gerenciar o estoque e o setor de compras para atender a diversos nichos de mercado será um trabalho hercúleo.

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Para o consumidor, nada é mais frustrante do que entrar em uma loja enorme, que promete vender “de tudo”, e não encontrar o que procura, tanto dentro dos segmentos mencionados anteriormente – gênero, faixa etária, estilo -, quanto em outros que também são importantes para ele na hora de realizar a compra, como o preço, o tamanho e a qualidade das roupas. Atender a todos esses requisitos e ainda oferecer uma grande variedade de estilos, competindo com os grandes varejistas pode ser um erro fatal.

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2 – Não prezar pela qualidade

Quando se trata de roupas, muitas vezes o fator determinante que leva o cliente a comprar em uma loja e não em outra é o preço. Apesar de itens de vestuário não serem considerados bens duráveis, a maioria das pessoas compra roupas pensando em usá-las mais que uma vez;

 

Portanto, de nada adianta oferecer roupas baratas mas de qualidade duvidosa, que irão apresentar defeitos logo na primeira lavagem. É mais importante oferecer produtos de qualidade, com procedência certificada, por um preço um pouco maior do que o praticado em grandes varejistas, do que perder a oportunidade de fidelizar o cliente ao oferecer roupas malfeitas, com baixa durabilidade.

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3 – Não conhecer o cliente

Determinar o público-alvo de uma loja de roupas e conhecer o gosto desses clientes é essencial para manter uma loja de roupas viva no mercado, com produtos sempre atraentes e atualizados. Esse processo tem influência direta em outras decisões importantes do negócio, como a escolha do ponto de vendas, a decoração da loja e marcas fornecedoras.

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Mantenha-se sempre informado sobre as últimas tendências de moda e tente imaginar como elas se relacionam com as preferências dos clientes, aliando informações como renda, gênero, biotipo mais frequente, hábitos de compra e faixa etária aos produtos que deseja vender.

4 – Não investir na imagem da loja

Há aquele velho ditado, “a primeira impressão é a que fica”, e ele se prova verdadeiro na hora de conquistar clientes! Por isso é importante investir na imagem da sua loja, criando um ambiente interno agradável esteticamente, organizado e que traduza com fidelidade a experiência de comprar as roupas naquele local.

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A decoração da loja, a vitrine, a fachada e a identidade visual da loja devem sempre corresponder às expectativas do cliente em relação à loja e também do dono em relação ao público que deseja ter em sua loja; Se você decora sua loja com lustres de cristal, papel de parede requintado e cria a identidade visual da loja remetendo ao luxo e riqueza, estará dizendo ao consumidor que ali vende-se roupas para pessoas que buscam esses valores, e que a faixa de preço também irá condizer com eles, afastando pessoas com baixo poder aquisitivo, por exemplo. Em contrapartida, se você investe pouco na decoração, trabalhando apenas com araras e a pintura branca padrão, dará a impressão de que ali vende-se roupas baratas e populares, afastando clientes que procurem exclusividade e requinte.

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Do ponto de vista do cliente, é muito mais agradável e satisfatório fazer suas compras em um ambiente bonito, organizado, limpo e que ofereça boas condições de iluminação e espaço para experimentar as roupas, e todos esses fatores agregam valor à experiência de compra, fazendo com que eles sempre tenham vontade de voltar e indiquem a loja a conhecidos.

5 – Não qualificar o atendimento

Além do visual, o atendimento é o segundo elemento mais importante para as lojas de roupas. O lojista que investe na qualificação dos funcionários – ou de si mesmo, caso tenha um pequeno negócio – e prefere criar vínculos temporários pode estar dando um tiro no pé. As principais queixas dos consumidores do atendimento das lojas de roupas são referentes à abordagem utilizada; Ao mesmo tempo em que é desagradável ter um vendedor que não dá espaço ao cliente para que ele faça as próprias escolhas com calma, enchendo-o de opiniões e elogios vazios, também é desagradável não receber a atenção do funcionário da loja em nenhum momento. O ideal é encontrar um meio-termo, em que o vendedor ofereça ajuda ao cliente e se mostre prestativo caso ele precise de algum produto específico, mas que deixe a decisão da compra ou do aspecto da roupa nas mãos dele.

Para além do atendimento humano, é preciso também pensar nas ferramentas que irão facilitar, agilizar as compras feitas na loja, além de ajudar no controle do estoque e de vendas, como os sistemas ERP, que vão auxiliar na gestão administrativa da, ferramentas de emissão de nota fiscal e máquinas de cartão de crédito e débito que aceitem a maioria das bandeiras presentes no país, tornando a compra mais segura.

6 – Não cuidar bem das mercadorias

Quando o cliente busca uma loja de roupas para fazer uma compra, ele deseja que a roupa esteja nova, com as mesmas características de fábrica, e manter essas características deve ser uma prioridade para qualquer lojista. Por isso, é importante manter as roupas longe do sol excessivo, da poeira, da umidade e de produtos que liberem cheiros fortes, sejam eles agradáveis ou não. Em lojas com alta rotatividade de clientes, as roupas passam por muitas mãos e são experimentadas muitas vezes, então esteja sempre atento a pequenos defeitos e manchas que podem ocorrer no processo de prova das roupas, para assegurar a qualidade de seu produto.

7 – Não investir na presença online

Com o crescimento da internet móvel e dos smartphones, que permitem a busca rápida e fácil de informações de compra, logo, a presença online é um requisito essencial para quem quer mostrar seus produtos e aumentar as oportunidades de vendas. Uma loja que investe no relacionamento com o cliente via redes sociais e emails, alimentando esses espaços com dicas de moda, promoções e postagens que interajam com o dia-a- dia de seu público alvo tem, neste canal de comunicação, um grande aliado para a fidelização dos clientes e na atração de novas oportunidades de venda.

Para além do contato com as redes sociais, as lojas de roupas online são a grande aposta do momento, e o e-commerce de moda é um dos que mais cresce no país. O custo de uma loja virtual é consideravelmente menor do que uma loja física – mas demanda o mesmo trabalho duro! -, e é uma ótima forma de mostrar seus produtos e preços para uma gama variada de clientes.

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