O comércio eletrônico no Brasil

O comércio eletrônico no Brasil

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Comércio Eletrônico
Comércio eletrônico

Existem muitos tipos de negócio que se estabelecem por e- commerce no Brasil e no mundo.

A criação de uma loja online deve ser encarada pelas empresas não apenas como uma atualização, o acompanhamento natural das novas tendências, mas principalmente, como uma área de muitas vantagens face aos métodos tradicionais.

Os dados do comércio eletrônico no Brasil

Qualquer análise, sob qualquer perspectiva, dos dados do comércio eletrônico no Brasil é impressionante. Enquanto a estimativa é de recuo do PIB em 3,35%, a expectativa de crescimento do e- commerce é de 8% no mesmo ano.

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Esse mercado atende 66 milhões de clientes (sempre em crescimento) e movimenta 52 bilhões de reais.

Veja as características principais do e-commerce no Brasil:

– Moda é líder, responde por 14% das vendas;

– 30% das vendas são realizadas através de dispositivo móvel;

– 39% das vendas estão isentas de frete;

– R$ 298 é o ticket médio.

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Analisando os dados, alguns pontos saltam aos olhos, como por exemplo, o volume de vendas realizadas através de dispositivo móvel. Isso demonstra uma nova característica do consumidor, a rapidez entre decidir pela compra e efetivá-la.

Outro dado importante pode ser usado para quem tem dúvidas sobre qual área empreender: moda segue sendo bastante consumida por clientes do e-commerce. Por isso cada vez mais empreendedores migram ou diversificam para a loja online. É um mercado que não vê crise.

O crescimento do e-commerce no Brasil

Apesar do clima de pessimismo que toma conta da economia, quem pretende investir no comércio eletrônico brasileiro parece viver em outro mundo. Boas expectativas mantém a economia digital aquecida.

Nos extremos desse mercado estão os varejistas exclusivamente online com 35,7% da fatia do bolo, e em menor número, com 4,3% a indústria. Portanto, sinalizando um grande campo para crescimento, especialmente se considerarmos as iniciativas B2B. Por mais que a internet promova a diversidade, a maior parte dos varejistas com volume de vendas ocupam uma entre as 7 categorias:

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– Moda e acessórios

– Casa e decoração

– Alimentos e bebidas

– Esporte e lazer

– Cosméticos, perfumaria e cuidados pessoais

– Informática

– Serviços

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Nessa relação podemos destacar: moda e acessórios com o maior volume de vendas, e com uma infinidade de concorrentes. E também informática, um setor cada vez mais dominado por grandes empresas detentoras de grande parcela do mercado.

Quase a metade do e-commerce brasileiro opera a partir de São Paulo, e apenas 1% está localizado na região Norte do País. Isso justifica, por exemplo, a movimentação para distribuição dos tributos dessas transações comerciais.

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De empresa para empresa

B2B (Business to Business) é uma modalidade que movimenta muito dinheiro no Brasil, mas como vimos, tem muito potencial para crescimento. É quando uma empresa (indústria, distribuidor, importador ou revenda) comercializa seus produtos para outras empresas. A natureza da operação pode ser revenda, transformação ou consumo. Está deixando de ser considerada uma tendência por já ser considerada a maior geradora de receitas no mundo.

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Da empresa para o consumidor

B2C (Business to Commerce) é a sigla que define a transação comercial entre empresa e consumidor final através de uma plataforma de e-commerce. A natureza dessa operação tende a ser apenas de consumo. A modalidade tem crescido muito, em alguns mercados específicos já ultrapassa o tradicional comércio físico. É como se fosse o “tradicional” comércio eletrônico.

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As novas plataformas do e-commerce

O e-commerce pode assumir muitas formas, e o que caracteriza uma empresa é sua atividade-fim. O comércio eletrônico vem evoluindo e crescendo ano após ano. As lojas virtuais são mais do que vitrines cheias de produtos disponíveis para venda, o mercado de vendas online notou a necessidade de investir em estratégias de marketing específicas para atender esses clientes especiais.

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Saber o que o cliente acha de seu produto, acompanhar o processo de pós-venda, saber quais produtos precisam de uma nova versão ou sair de linha de produção. Nos últimos anos com a chegada de novas tecnologias, o comércio eletrônico também vem mudando.

Mobile Commerce

Mais que item-desejo, os smartphones se integraram à vida das pessoas de tal forma que dificilmente sairão. Conhecendo esse novo padrão seguido pelo consumidor, as empresas criaram soluções para que o cliente possa realizar suas compras com o celular.

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Existem aplicativos que substituem todos os documentos da carteira, até mesmo o cartão de crédito físico está entrando em desuso. Tudo isso contribui para essas mudanças no e-commerce.

Facebook Commerce

O crescimento inacreditável do número de usuários do Facebook despertou o interesse das empresas em estarem presentes nesse canal. É possível criar uma loja virtual dentro da ferramenta. Esses aplicativos funcionam como uma vitrine de produtos e quando o cliente clica no botão de compra é direcionado para a página do produto, na loja virtual.

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Television Commerce

Com o fim da televisão analógica e o surgimento da televisão digital, o controle remoto ganhou nova função: de compras. Apesar de curtos passos, esse mercado tem espaço para crescimento, já que conta com conteúdo muitas vezes exclusivo.

Marketing de afiliados

O consumidor que compra online possui uma característica marcante, ele pesquisa bastante antes de comprar e quer sentir alguma vantagem na hora da compra. Claro que o ambiente colabora, afinal são muitas opções a um clique de distância. No Marketing de Afiliados qualquer pessoa pode entrar, aqueles que possuem um site criam conteúdos relevantes e fazem propagandas de produtos ou infoprodutos, e se o consumidor comprar, uma parcela da compra fica com o dono do site que promoveu o produto. Já não é uma novidade, mas certamente conquistou seu espaço pela simplicidade e efetividade de sucesso.

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